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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Aqui, plutóides.

No exato momento que o “se” passa de dúvida a certeza,

os pneus do carro cantam a raiva acumulada pelo ciúme,

o coração aperta o medo,

o medo acelera a madrugada – território temporário imaginário, no qual as pessoas perdem a capacidade de ser e sentir. Nem preconceito existe. As coisas acontecem, assim, “sem mais nem porque”.


A obrigação de falar o que não se fala e não tem explicação.

O silêncio como única resposta.


Os corpos que não esfriam.

O perfume que tarda a evaporar...

(A manhã chega em doses homeopáticas).


Instant moment – ligação e reencontro.

Porque, certamente, a redenção vem da verdade.

E liberdade é o outro nome do amor...