sábado, 25 de dezembro de 2010

Matemática.



Minha própria cegueira,

minha armadilha.

Raiva, rancor e decisões precipitadas.


Minha própria armadilha,

minha armadura.

Escolhas, explicações e tudo mais que se pode alegar.


“O que fazer com nosso amor
Se andas com minhas pernas
O que fazer com nosso amor
Se vejo com teus olhos
Um mundo louco e tenso de paixão e medo


Ecoa: Paixão e medo!

Deixo-me alagar.


Como rádioamadores,

em diferentes freqüências,

somos uma só sintonia

quando o assunto é amor.


(um só choro e tudo segue:

“nada será como antes”.

As coisas em uma nova dimensão.

Multiplicadas!)

Um comentário:

Lívia disse...

Amei ver Brown nas entrelinhas do seu bonito texto!