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terça-feira, 2 de março de 2010

A Fênix


Sob o meu querer
bel-prazer
sobre o palanque virtual
desejo – ad infinitum (...)

no apreço pela hiper-realidade
simulando através dos sonhos
(detalhe que é lua cheia)
O teu (meu) sorriso único e mais querido:
a volta do deslumbre!

domingo, 28 de junho de 2009

Bandolins


Bandolins
(Oswaldo Montenegro)
Como fosse um par que
Nessa valsa triste
Se desenvolvesse
Ao som dos Bandolins...
E como não?
E por que não dizer
Que o mundo respirava mais
Se ela apertava assim...
Seu colo como
Se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
Se dançar assim
Ela teimou e enfrentou
O mundo
Se rodopiando ao som
Dos bandolins...
Como fosse um lar
Seu corpo a valsa triste
Iluminava e a noite
Caminhava assim
E como um par
O vento e a madrugada
Iluminavam a fada
Do meu botequim...
Valsando como valsa
Uma criança
Que entra na roda
A noite tá no fim
Ela valsando
Só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos Bandolins...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Sei lá (a vida tem sempre razão)


... Não existe ruptura sem vermelhidão nos olhos.
Não existe ruptura sem brilho nos olhos ...


"Na força dessa beleza é que eu sinto firmeza e paz
Por isso nunca desapareça
Nunca me esqueça
Que eu não te esqueço jamais"